Arquivo por categoria: Infoview

set 24 2011

Dashboard Builder (Parte 01)

Olá, o objetivo de hoje é apresentar, em uma série de artigos, mais outra ferramenta da suíte BOE XI 3.1, o Dashboard Builder.

Como está explícito, o Dashboard Builder é uma ferramenta de construção de painéis e gerenciamento de performance com seus componentes específicos, não sendo uma versão web do Xcelsius, que conta com mais recursos e visualizações.

O Dashboard Builder está “hospedado” no Portal Infoview e pode ser acessado através do menu conforme tela abaixo:

– Clique em “Novo” > “Dashboard Corporativo”

A seguir, escolha um nome no campo “Cargo” (no caso, chamei de “teste99”) e selecione um local para salvar o dashboard.

Abrirá uma tela parecida com essa:

Repare que na imagem acima está destacado uma “Caixa de Ferramentas de Análise” que nada mais é do que componentes nativos do Dashboard Builder.

Uma dica para desenvolver visões no Dashboard Builder é deixar o layout como livre para que você tenha mais mobilidade na sua construção.

O padrão é “Ancoragem” que pré-define quantas colunas o dashboard terá. No caso de “Formato livre”, fica bem mais viável arrastar os componentes.

Como criar uma visão básica no Dashboard Builder

Escolha na “Caixa de Ferramentas de Análise” um componente inerente ao seu negócio. No nosso caso de exemplo, escolhemos o “Barômetro”.

É só clicar e arrastar…

Ficará em branco pois não foi definido nenhum objeto e índice para este componente.

Vamos fazer isso agora, clicando no ícone destacado a seguir.

Aparecerá a seguinte tela, onde você define a sua consulta que exibirá no componente.

– Clique na aba “Conteúdo” > “Definir consulta…”

Escolha os objetos da consulta.
– No caso, universo “Island Resorts Marketing”.
– Objetos “Country”, “Number of guests” e “Future guests”.
– Clique em “OK”.

Pronto! Veja resultado abaixo no seu layout livre…

Bom, nos próximos artigos irei mencionar mais recursos dessa boa ferramenta, como incluir um arquivo Flash gerado do Xcelsius, por exemplo.

Até a próxima!

set 23 2011

Voyager

Olá, no post de hoje vamos falar de uma outra ferramenta da suíte BO que é usada principalmente em combinações num ambiente OLAP. O Voyager. Essa ferramenta pode ser conectado ao BW, ao Universo, a uma outra ferramenta OLAP e está dentro do Portal InfoView.

Abaixo, uma demostração  bem sucinta da ferramenta:

– Entre no InfoView
– Clique em “Novo” > “Espaço de trabalho do Voyager” (ou “Voyager Workspace”).

Caso tenha apresentado a mensagem abaixo:

Entre no CMC:

 E realize o seguinte procedimento:
– Na página principal, procure pelo menu “Conexões do Voyager”  (“Voyager Connections”)

– Clique em “Nova conexão”

– Aparecerá a seguinte tela:


Onde:
1) Defina um nome para a sua conexão.
2) Escolha o provedor desta conexão, no caso, SAP Business Information Warehouse (SAP BW).
3) Preencha todas as informações de conexão ao SAP BW, clique em “Conectar”.
4) Escolha o tipo de autenticação: Prompt, SSO, etc. (No nosso caso, vamos deixar “prompt”).

– Escolha o cubo ou a query:


– Com tudo ok, salve.

– Volte novamente no InfoView e clique em “Novo” > “Espaço de trabalho do Voyager” (ou “Voyager Workspace”).
– Escolha a conexão (no meu caso, chamei de Teste1):

 – Faça a autenticação:

Abaixo, a interface de consulta, como se fosse o painel de consulta de WebIntelligence, por exemplo.

Onde:
1) São as dimensões, que teoricamente estariam num universo, por exemplo.
2) São os índices.
3) Área em que você pode arrastar objetos do tipo dimensão (linhas).
4) Área destinada aos índices (colunas).

– Agora, arraste o objeto dimensão “Região” e o índice “Volume” e veja o resultado a seguir:
– Clicando em “+”, você expande a hierarquia, realizando um drill:

– Você pode também, incrementar a sua visão no Voyager, clicando nos componentes gráficos que fica na barra superior. É só clicar no componente e arrastar.

– Cada componente, tem as suas propriedades específicas.

– Após customizar, salve seu documento do Voyager.

Bom, esse é o básico que a ferramenta Voyager pode fazer, é claro que ele tem muitos recursos que podem ser implementados de acordo com o projeto/negócio.

Uma grande vantagem de utilizar o Voyager é que ele não depende de usar um universo para criar uma consulta baseada no SAP BW (seja cubo ou query).

Até a próxima!

ago 09 2011

Cálculo de Contexto (Input e Output Context)

Cálculo de Contexto (Calculation Context).

Primeiro vamos entender um pouco mais sobre este cálculo, pois existe uma confusão grande na diferença entre os dois.

Para o cálculo de contexto, são compreendidos duas formas: Input e Output

Quando queremos utilizar uma agregação calculada, precisamos do Input Context e quando queremos utilizar uma agregação projetada, precisamos do Output Context.

Contexto de Input (Input Context):

Quando fazemos qualquer seleção em um bloco (tabela ou gráfico) ou queremos incluir alguma(s) dimensão no contexto do meu trabalho e não precisamos de uma agregação no nível do relatório (global), utilizamos um Contexto de Input. Este contexto nos dá a liberdade de selecionar uma ou mais  dimensões para restringir os valores e/ou incluí-los no contexto da minha consulta.

Como foi dito anteriormente, o Contexto de Input é utilizado para fazer uma Agregação Calculada, ou seja, esta função restringe o meu universo ao subconjunto que eu desejo trabalhar . Posso citar como exemplo o caso do valor máximo da receita relaciona aos Estados e utilizá-lo em apenas um bloco. Neste caso utilizarei o operador IN (darei os operadores em um quadro ao final do texto) pois especificarei a dimensão que eu quero relacionar
Ex:  =Max( [Receita] ) In ([Estado])

Caso eu queria restringir o meu Estado e ainda relacionar a minha maior receita ao ano, precisarei laçar mão de outro operador que é o Where (ou em português Onde).
Ex:  =Max ([Receita] ) In ([Estado]; [Ano]) Where ([Estado] = “Rio de Janeiro”)

Ou seja, neste caso eu estou utilizando o operador In para atrelar a receita máxima para cada Estado e depois incluindo o ano para descobrir o maior valor (dentre os Estados) em cada ano. Após isso, estou utilizando o operador Where para restringir o Estado que eu quero extrair a receita. O resultado desta forma será o valor máximo da receita para o Estado do Rio de Janeiro por ano.

OBS: Não necessariamente precisamos especificar um bloco para utilizar um contexto de input. Caso você determine que o relatório inteiro precise desta regra de negócio, faça.

Contexto de Output (Output Context):

Quando queremos fazer cálculos com dimensões que não estão sendo utilizados nos blocos criados ou no relatório (apenas na minha consulta), precisaremos utilizar o recurso do Contexto de Output. Este recurso nos permite fazer cálculos de projeção como o valor total do que está sendo extraído no bloco (ou relatório) em relação ao valor total encontrado na base (sempre com relação a consulta feita).

Segue um exemplo para extrair o valor total de todos os Estados.
= Sum ( [Receita] ) ForAll [Estados]

A partir delta fórmula, podemos calcular o percentual de receita por Estado de acordo com o valor total de todos os Estados.

Operadores utilizados para o cálculo dos Contextos:

O Input Context utiliza os operadores ForEach e In.

O Output Context utiliza os operadores ForAll e In.

O Cálculo do Contexto (Input e Output) utiliza o operador Where.

Input vs Output Contextos

jul 26 2011

Enviando relatórios para a Caixa de Entrada do BO e por E-mail

Olá pessoal, hoje vou falar de um assunto interessante no quesito compartilhamento de informações analíticas, gerenciais, etc.

No BO, também é possível enviar relatórios para outros usuários do BO através de uma funcionalidade disponível no InfoView.

Essa etapa de agora vamos realizar uma prática de envio de relatórios do Web Intelligence para a Caixa de Entrada do BO.

Para compartilhá-los, é simples, navegue pela pasta particular ou pública até encontrar o documento (relatório) desejado. Marque-o.
Clique em “Enviar para” e selecione a opção “Caixa de entrada da Business Objects”.
Ao clicar nesta opção será aberta a tela de envio de relatório para a caixa de entrada da Business Objects e desmarque a opção “Usar configurações padrão”.
Nessa tela, você pode enviar o relatório para um ou mais usuários ou ainda para um grupo.
Para conferir, vá na Caixa de Entrada do BO e veja a mensagem recebida e clique para ver o relatório.

Enviando relatório por e-mail:

O envio de um relatório por e-mail depende de alguns fatores, entre eles, a configuração no CMC para saída de e-mails externos, mas isso é assunto para outro post. Esse post!
O procedimento é o mesmo:  Navegue pela pasta particular ou pública até encontrar o documento (relatório) desejado. Marque-o.
Clique em “Enviar para” e selecione a opção “E-mail”.
Ao clicar nesta opção será aberta a tela de envio de e-mail e desmarque a opção “Usar configurações padrão”.
Obs.: Se essa opção não estiver habilitado, ou ocorreu um erro de plug-in, entre em contato com o Administrador do BO e peça para ele realizar as devidas configurações no CMC.

 

A seguinte tela será apresentada: É semelhante a de um formulário de e-mail qualquer.
Ao clicar em “Enviar”, você pode conferir o recebimento do relatório por e-mail, verificando na sua caixa de entrada do correio no Lotus Notes ou outro client de e-mail (Outlook, etc).

 

Bom, espero que tenham gostado de mais essa dica.
Mas lembre-se: Qualquer informação valiosa em sistemas de BI deve ser enviado com bastante cuidado, pois nela pode conter dados que comprometem uma área, gerência ou até mesmo a empresa como um todo!

Até.