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dez 13 2016

SAP BI Portfolio: Qual ferramenta melhor se aplica ao seu caso?

Está difícil decidir que produto de BI é melhor para o seu cliente ou empresa? As opções no mercado são tantas que acabam te deixando confuso? Você não sabe para que serve as diferentes ferramentas e como elas podem ser usadas para ajudar desde o nível estratégico ao operacional?

Seus problemas acabaram!!!  OK, serei menos pretensioso:  seus problemas DIMINUIRAM! rsrs pelo ao menos o que tange as ferramentas de BI da SAP é o que vou tentar ajudar com esse post.

Hoje tentarei fazer um BREVE resumo de como as ferramentas de BI no que tange ao Reporting são categorizadas, e que diferentes niveis de estrategia dentro da empresa elas podem atender e por fim um comparação entre as ferramentas de BI da SAP(Afinal este blog é voltado para ferramentas da SAP) e deixar você menos confuso, se ao final eu conseguir, o propósito deste post foi atingido.

First things first: Vamos ver como as ferramentas de BI em 2016 estão posicionadas, segundo o Gartner:

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Vemos que a SAP, está nos quadrantes das visionárias. Vale considerar que os posicionamentos das empresas variam muito de ano para ano, tanto que em 2015 a SAP já esteve no quadrante dos líderes, mas nesse quesito, temos que tirar o chapéu para a competência da Tableau que nos últimos 3 anos tem sido líder disparado nas pesquisas da Gartner.

Mas voltando ao mundo SAP, na minha humilde opinião a SAP tem simplificado o seu portfólio e ao mesmo tempo o ampliando as funcionalidades e o poder de suas ferramentas de BI tornando mais fácil entender qual o propósito e para que serve cada uma delas, e também ajudando as empresas a diminuírem seu landscape, TCO e também a tornar a escolha mais fácil..rsrs… veja a imagem abaixo:

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No caso do Analysis for Office, podemos enquadrá-la como uma ferramenta de Discovery & Analysis. Mas da onde eu tirei essa conclusão? Bem, então para entender melhor como classifica-las temos que ter em mente que basicamente as ferramentas de BI se dividem em  3 áreas:

  • Reporting;
  • Discovery & Analysis;
  • Dashboards & Applications.

Não confuda as categorias acima com outros conceitos como Cloud BI, advanced analytics e self-service BI etc.. Pois todos estes por exemplo se misturam e/ou estão inseridos nas categorias acima…

Vou falar rapidamente dessas 3 areas e focando na convergência para qual as ferramentas da SAP estão caminhando… meu objetivo aqui não é ensinar nenhum conceito ou aprofundar em detalhes deste mundo, até porque, haja post para filosofar em cima de tanta coisa que anda rolando neste mercado, meu objetivo aqui é prover um overview de conceitos atrelados as ferramentas do portfólio de BI da SAP para te ajudar a entender como elas podem ajudar a você, sua empresa e/ou seu cliente.

Eu também vou dar uma de atrevido e visionário rsrs e já vou excluir das análises as ferramentas que já considero “obsoletas” e/ou que já estão caminhando para tal, como é o caso do BO Dashboards enquanto Design Studio evolui para se tornar “A Ferramenta” de Dashboards(entre outras coisas) da SAP, facilitando ainda mais o entendimento de qual ferramenta usar…

No que tange ao novo “mantra” da SAP: Simplicity, Openess, Modern UI and Performance, já estamos fazendo uso da Simplicity kkkkk

Reporting

As ferramentas de Reporting nos ajudam a:

  1. Capacidade para que os usuários criem, formatem e distribuam informações;
  2. Design de alta produtividade para projetistas de relatórios;
  3. Crie rapidamente relatórios formatados em qualquer fonte de dados;
  4. Distribuição segura de relatórios tanto interna como externamente;
  5. Minimize os custos de suporte de TI, capacitando os usuários finais a criar e modificar facilmente seus próprios relatórios;
  6. Melhore aplicativos personalizados com relatórios incorporados.

As ferramentas da portfolio da SAP mais indicadas para essa área mas nao de maneira exclusiva são: Webi e Crystal.

O WebI é uma solução líder de mercado em self-service BI que permite que os usuários de negócios criem e modifiquem rapidamente seus próprios relatórios. Esta ferramenta flexível também pode ser usada para consultar dados, bem como relatório sobre ele. Ele também permite a construção de painéis, embora uma alternativa mais fraca para as outras ofertas no Design Studio e Dashboards, e o conteúdo é acessível a partir de dispositivos móveis, web, desktop etc.

O Crystal Reports é usado para criar relatórios poderosos, ricamente formatados e dinâmicos de praticamente qualquer fonte de dados, entregue em dezenas de formatos. Uma ferramenta de relatório de produção robusta, o SAP Crystal Reports transforma quase qualquer fonte de dados em informações interativas e acionáveis que podem ser acessadas off-line ou online, a partir de aplicativos, portais e dispositivos móveis. Otimizado para relatórios e publicações de alto volume, o Crystal Reports também possui API poderosa para incorporar relatórios em outros aplicativos como Adobe e Salesforce por exemplo.

Discovery & Analysis

As ferramentas de Discovery & Analysis nos ajudam a:

  1. Capacidade de rapidamente Mashup, Explorar e Analisar;
  2. Agilidade para analistas de negócios e usuários;
  3. Acesse, limpe e combine dados de várias fontes;
  4. Descubra padrões, tendências e outliers;
  5. Conte sua história com visualizações e análises;
  6. Responda a qualquer pergunta comercial de um navegador ou dispositivo móvel;
  7. Opcionalmente, fornecer uma camada de segurança e governança para aumentar a confiança;

As ferramentas do portfolio da SAP mais indicadas para essa área mas não de maneira exclusiva são o SAP Lumira e o Analysis for Office. Quando digo de maneira não exclusiva quero dizer que por exemplo saindo um pouco do portfolio de BI e subindo a hierarquia e indo para analytics temos o HAP(HANA Analysis Process dentro do BW e a PAL(Predictive Analytic Library dentro do HANA)… apenas para citar alguns exemplos…

O SAP Lumira é uma aplicação de Self-Service e visualização de dados da SAP, que permite ao usuário acessar, limpar e combinar dados de várias fontes sem envolver TI em digamos, um grau maior do que o WebI.
Isso permite uma maneira envolvente de explorar dados, descobrindo padrões, links e tendências e, em seguida, contar sua história com visualizações poderosas e interativas, infográficos e analíticos.
É uma ferramenta fácil de usar, mas poderosa, que é adequada para analistas de negócios com muito pouco treinamento. Uma grande vantagem do Lumira em relação ao Analysis for OLAP por exemplo, é possuir uma flexibilidade de acessar, limpar e combinar dados sem envolver TI.

O Predictive Analytics é uma extensão da licença Lumira que inclui a funcionalidade Predictive Analysis, como algoritmos preditivos, análise de visualização de resultados e ferramentas de gerenciamento de modelos.

SAP BusinessObjects Analysis for Office é um complemento do Office que permite a análise ad-hoc multidimensional de fontes OLAP no Excel (fatia e dados). Ele também permite, Excel workbook baseada em design de aplicativos e criação de apresentações de BI no PowerPoint e se conecta perfeitamente ao SAP NetWeaver BW e SAP HANA.

Esta é a ferramenta hoje que possui mais o DNA do já quase finado mas nem tanto, Bex Analyzer sendo assim a substituta natural.

Dashboards & Apps

As ferramentas de Dashboards & Apps nos ajudam a:

  1. Capacidade de construir painéis e aplicações analíticas envolventes;
  2. Construção de análises interativas e visualmente atraentes;
  3. Ter o autor da aplicação, ou capacitar a empresa a compor seus próprios painéis de componentes pré-construídos;
  4. Acesso via dispositivos móveis.

A ferramenta do portfolio da SAP mais indicada para essa área mas não de maneira exclusiva é o SAP Design Studio.

O SAP Design Studio permite um design intuitivo de conteúdo analítico centralmente governável, desde analíticas guiadas até sofisticadas aplicações OLAP e painéis agregados. O produto possui suporte para iPad fora de caixa, uma interface de usuário HTML5 de última geração, uma aplicação sem costura, um designer baseado em WYSIWYG Eclipse, suporte completo e nativo de consultas BW BEx, conectividade direta com a HANA, além de um Motor de scripts avançado apenas para citar alguns.
Quando usado com o BPC Embedded Model, o Design Studio pode ser usado para construir aplicativos de planejamento abrangentes e prontos para entrada de dados. Os valores individuais podem ser bloqueados durante a construção de um plano para outros valores. A grande vantagem com o Design Studio é o script que permite uma grande flexibilidade e é favorecido por técnicos.

E por ultimo alguem lembra do Bex WAD(Web Application Designer)? Pois bem, o Desgin Studio naturalmente substitui essa nossa morta-viva, digo isso, pois ainda existem soluções sendo usada em clientes que foram desenvolvidas nela

Aderência aos Niveis Estratégicos

 Agora que já sabemos par que serve cada ferramenta, a figura abaixo mostra como elas se encaixam nos diferentes níveis estratégicos da empresa e por quem normalmente poderiam ser usadas:

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A maior parte dos usuários finais, que estão na base da piramide tendem a se basear em uma funcionalidade de relatório padronizado pré-formatado, este tipo de usuário geralmente seriam  usuários finais operacionais.

Uma parte também considerável, que está no meio da piramide, que contem além dos usuários-chave ou Key-users, está aquele que eu chamo “carinhosamente”de usuário-chave candidato que é um perfil que gosta de fazer analise interativa altamente ágil, no qual  gostam de  usar funcionalidades como slice-and-dice e  drill-down para descobrir tendências e padrões de dados, exigindo assim um tipo de descoberta de dados e funcionalidades, este tipo de usuários são geralmente analistas de negócios… Inclusive abrindo um parenteses bem rápido, o BW(sistema de datawarehouse da SAP) desde sua versão 7.3-SP5 oferece uma nova funcionalidade bem interessante para este perfil de usuário chamada BW workspaces que permite key-users e analistas avançados criarem/customizarem scenarios ad-hoc em bases de dados e modelos pré-existentes, e estes sim, mantidos pela TI, para novas formas de visualizar estes mesmos dados e/ou prototipagem rápida, mas isso é um assunto para outro post… rsrs
Um grupo menor de usuários, que está no topo da piramide estão os que desejam ver de maneira altamente resumida e visual, geralmente representada por alguma forma de funcionalidade de painel, estes forneceriam uma mistura de funcionalidade ágil e padrão dependendo das habilidades e do conhecimento dos usuários finais, e abrangeria, em geral, os usuários de alta administração.

Observe que na imagem eu coloquei um *, para as ferramentas de dashboards, pois ao contrário do que se pensa, KPI pode ser estratégico ou operacional, paineis de indicadores não servem apenas para a diretoria e/ou um nível altamente estratégico, pode existir também para ajudar conntrolar operações rotineiras de uma empresa e em tempo real.

Eu não estou considerando neste post outros fatores que com certeza devem ser levados em conta durante a escolha de uma ferramenta como custos de licenciamento, implementação, manutenção, prazos etc…

A quantidade de preparação de dados que será exigida pelos usuários de negócios também determinará se uma abordagem de análise de dados pré-formatada deverá ser usada ou uma ferramenta de self-service de data discovery. Você deve selecionar a melhor ferramenta de BI que suporta os usuários para fornecer suas necessidades de relatórios e análises.

Pesquisando na internet encontrei uma matriz de alto nível e fiz uma adaptações e simplificações afim de tentar cobrir o tipo de perguntas que devem ser feitas, e quais as capacidades do produto estão disponíveis para cada ferramenta. Como as ferramentas estão em constante evolução, a matriz pode não estar atualizada, pois algumas das capacidades podem ter melhorado:

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Conclusão

Em um ambiente de BI, geralmente há um conjunto diversificado de requisitos resultando em diferentes tipos de usuários, funcionalidade e níveis de agilidade que também devem fornecer um alto nível de interoperabilidade, escalabilidade e segurança, desempenho e integração com outras ferramentas da empresa.

Para determinar o produto BI certo é necessário entender os requisitos de quem vai usar, assim como em um projeto e também ter a habilidade de identificar o que realmente é necessário, que tipo de dados seus usuários vão analisar, como eles querem utilizar e repassar aquela informação, com que frequencia, em que formato(isso incluir analisar se o formato de quem vai enviar e compativel e esperado por quem vai receber) etc.

Bom com isso chegamos ao final deste post e espero ter atingido o objetivo de ajudar a entender melhor a evolução das ferramentas de BI da SAP e como você pode usá-las em sua empresa ou recomendar ao seu cliente.

Nest post eu foquei apenas nas ferramentas de BI da SAP, embora no portfólio de Analytics que inclui o BI existem novas ferramentas como o RoamBI, Business Objects Cloud e o SAP Digital Board Room mas este também é um assunto a ser abordado em outro post que farei em breve, onde também aproveitarei para falar sobre uma discussão que tive com um colega meu sobre se Business Intelligence e Business Analytics é a mesma coisa, se são diferentes, se um está dentro do outro etc.

Fique ligado aqui no blog e em caso de dúvidas coloque nos comentários, ou então me envie uma mensagem pelo LinkedIn, será um prazer poder ajudar…!

<Forte Abraço e até a próxima>

 

maio 12 2012

Como verificar versão do Crystal Reports

Neste artigo, vou descrever uma das formas de visualizar a versão do Crystal Report. Esta não é a única forma, porém é segura.

Você poderá abrir as pastas a seguir através de linha de comando (Command-CMD) ou pelo próprio Windows Explore. Neste exemplo abrirei pelo Windows Explore.

Inicialmente deverá ser aberta a pasta “assembly” que se encontra no driver “C:”, dentro da pasta WINDOWS.

 

Dentro desta pasta, procurar o nome CrystalDecisions.CrystalReports.Design. Dependendo da quantidade de versões instaladas na máquina, apareceram mais arquivos. Você deverá procurar a mais recente de todas, pois esta é a que está sendo utililzada.


Repare que existem 4 arquivos com o mesmo nome. Se você reparar na versão, o arquivo mais recente é o selecionado na figura.
Após achar o arquivo correto, clique com o botão da direita em cima dele e selecione “propriedades” ou “properties” dependendo do idioma utilizado.

Dentro das propriedades do arquivo, você deverá selecionar a aba “versão” ou “version”.
No canto superior esquerdo, aparecerá, em “Versão do arquivo” ou “File Version” a versão utilizada.

 

Segue abaixo o link com mais informações sobre SPs e FPs da SAP:
https://wiki.sdn.sap.com/wiki/display/BOBJ/Crystal+Reports+2008+-+Version+and+Download+information+for+SPs+and+FPs

 

 

 

fev 18 2012

Consumindo um modelo Xcelsius no Crystal Reports

No artigo de hoje falaremos brevemente sobre como as ferramentas da SAP BO se integram, mais especificamente falaremos da integração existente entre o Xcelsius e o Crystal Reports. Faremos uma demonstração simples e breve de como podemos executar no Crystal reports um modelo de painel criado no Xcelsius.

Vamos ao passo a passo:

1- Desenvolver um modelo no xcelsius da seguinte maneira:

Insira um gráfico de barras e um combo box.

Combo:

Os rótulos do combo box serão as células de A2 a A6.

Os dados de origem serão as células A2 a E6.

O Destino será de A10 a E10.

Gráfico:

O titulo será a célula A10.

Os valores de intervalo serão as células de B10 a E10.

Os rótulos da categoria X serão as células de B1 a E1.

Na barra de ferramentas a opção Gerenciar Conexões, selecione a opção consumidor de dados do crystal.

Cabeçalho de linha, selecione de A2 a A6.

Cabeçalho de coluna selecione de B1 a E1.

Dados selecione de B2 a B6.  Ajuste a janela no limite do componente. Salve o modelo. Exporte para SWF.

2- Desenvolver um relátório no crystal da seguinte maneira:

Crie um novo relatório utilizando o banco de exemplos Xtreme Smaplas database.  Insira as tabelas Customer e Orders conforme demonstramos na figura abaixo.

Insira um objeto flash no relatório.

Utiliza a opção incorporar.

Posicione o objeto na cabeçalho do relatório.

Botão direito em cima do objeto flash, especialista em dados flash.

Arraste o campo Customer Country para o quadrado Inserir rótulo de linha. Arraste o campo Order Date para o quadrado Inserir rótulo da
coluna. Arraste o campo Order Amount para o quadrado valor dos dados.

Clique no quadrado Customer Contry e crie uma classificação de grupo para retornar somente 5 países. Selecione o quadrado data e clique em opções. Mude para opção a coluna será impressa para cada ano.

Clique em OK.  Execute o relatório.

Espero que tenham gostado dessa demonstração. Em breve teremos mais novidades no nosso blog.
Fiquem atentos.

Até a próxima.

 

nov 18 2011

Crystal Reports – Criação de um relatório Cross Tab

No artigo de hoje falaremos mais um pouco sobre a ferramenta Crystal Reports, e mostraremos de uma forma bem prática como se criar um relatório do tipo Cross Tab a partir de um Universo qualquer. Usaremos para o nosso exemplo o eFashion.

1 – Introdução

O Crystal Reports é uma ferramenta de reports muito poderosa que nos permite criar reports operacionais e gerenciais, de acordo com as necessidades. Além é claro de nos fornecer uma série de recursos que muitas das vezes não encontramos em outras ferramentas de reports como por exemplo o WebIntellinge.

2 – Criação de um relatório Cross Tab

O artigo de hoje se propõe a ser bem prático, portanto mostraremos passo a passo como se criar um relatório do tipo Cross Tab utilizando o universo eFashion. Esse é só um exemplo prático e rápido do que essa ferramenta nos permite fazer.

Com a ferramenta aberta vamos na opção File -> New -> Cross Tab Reports

Será apresentada a seguinte tela onde poderemos criar uma nova conexão ou aproveitar uma conexão já existente.

No nosso exemplo vamos aproveitar uma conexão já existente no Data Source que se chama eFashion. Ao selecionarmos essa conexão nos será apresentada uma tela para efetuarmos o login no servidor conforme apresentada abaixo.

Após o login nos será apresentada uma tela onde poderemos construir a query que alimentará nosso relatório Cross Tab.

Após o login nos será apresentada uma tela onde poderemos construir a query que alimentará nosso relatório Cross Tab.

Ao clicar em OK essa consulta fará parte da conexão eFashion já existente no nosso ambiente. Devemos clicar na consulta eFashion_query e incluir a mesma no campo chamado Selected Tables conforme exemplificado.

A próxima tela desse processo nos permitirá distribuir os campos da nossa consulta em linhas e colunas para que o relatório seja apresentado.

Uma observação importante é que se precisarmos agregar algum indicador poderemos usar o campo Summary Fields caso contrário as informações serão apresentadas em forma de lista sem nenhuma sumarização ou consolidação.

No nosso exemplo distribuimos os campos da query da seguinte maneira.

Clicando em Next a ferramenta nos dá uma opção de acrescentarmos um gráfico no nosso relatório, vamos escolher um gráfico de barras para compor nosso Cross Tab.

A ferramenta ainda nos dá a opção de acrescentarmos algum filtro no relatório mas no nosso exemplo não vamos incluir filtro algum.

Na próxima etapa escolheremos um estilo de Cross Tab dentre as opções disponíveis na ferramenta.

Após clicarmos em Finish e fazermos alguns ajustes de tamanho e gráfico o resultado apresentado será o demonstrado abaixo.

Por fim publicaremos esse relatório no repositório Enterprise do SAP BO para que possamos executar e visualizar o mesmo a partir do Infoview. Para tanto basta clicar em Save As  e escolhermos a pasta em que esse relatório vai ficar conforme exemplificado abaixo.

Ao clicarmos em Save o nosso relatório chamado de Relatório_CrossTab2 passará a fazer parte da lista de relatórios no Infoview.

Para visualizarmos esse relatório no Infoview basta acessar o portal e procurarmos a pasta onde salvamos o nosso exemplo.

O Crystal Reports nos oferece muitos outros recursos que aos poucos iremos aprender nos diversos artigos que publicaremos futuramente.

Espero que tenham gostado e até a próxima.

ago 08 2011

Crystal Reports – Criando relatórios (Parte 01)

Bom pessoal, hoje vamos falar de mais uma ferramenta da suíte SAP Business Objects, o Crystal Reports.

O Crystal Reports possibilita a formação de relatórios formatados, conectados a praticamente qualquer fonte de dados, com alta interatividade na manipulação dos dados, ao mesmo tempo que reduz o número de relatórios que a TI precisa manter. Pode ainda ser potencializado ao aproveitar a integração com o Xcelsius, permitindo incorporação de cenários hipotéticos e visualizações de forma simplificada.

Nessa primeira de várias séries envolvendo o Crystal Reports, vamos destacar o básico da ferramenta: Criação de relatórios simples usando universos do BO.

Abra o Crystal Reports, vá no menu “Arquivo” > “Novo” >  “Relatório padrão”

Na próxima tela, escolha uma conexão existente ou crie uma nova.

No nosso caso, vamos criar uma nova conexão. Selecione “Universos”.
Autentique-se no BO (CMS).
Escolha o universo. No nosso exemplo prático, escolha o universo “Island Resorts Marketing“.

A seguir, é exibido o painel de consulta para que você defina quais objetos (dimensões/índices) irão compor seu relatório.

Nesse caso, foi escolhidos os objetos “Country”, “Resort”, “Service”, “Service Line” e “Number of guests”.
Para visualizar o SQL dessa consulta, clique em “SQL”, conforme destacada na imagem ao lado ->  

 

Pronto! A etapa de conectar ao universo foi concluída, agora, clique em ” >> ” e veja sua seleção da query para o relatório.

Clique em ” >> ” e defina os seus campos a serem exibidos.

Clique em “Avançar” e pule as opções de “Agrupamento” e “Filtros” (no nosso caso não precisaremos usá-lo).

Escolha o template:

Escolha novamente sua conexão (ou confirme):

Pronto! Seu relatório Crystal foi criado e está pronto para receber as customizações que achar necessário e/ou pertinentes ao seu negócio.

Nos próximos posts, vamos incrementar este relatório utilizando os recursos do Crystal reports.

Até a próxima!