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dez 13 2016

SAP BI Portfolio: Qual ferramenta melhor se aplica ao seu caso?

Está difícil decidir que produto de BI é melhor para o seu cliente ou empresa? As opções no mercado são tantas que acabam te deixando confuso? Você não sabe para que serve as diferentes ferramentas e como elas podem ser usadas para ajudar desde o nível estratégico ao operacional?

Seus problemas acabaram!!!  OK, serei menos pretensioso:  seus problemas DIMINUIRAM! rsrs pelo ao menos o que tange as ferramentas de BI da SAP é o que vou tentar ajudar com esse post.

Hoje tentarei fazer um BREVE resumo de como as ferramentas de BI no que tange ao Reporting são categorizadas, e que diferentes niveis de estrategia dentro da empresa elas podem atender e por fim um comparação entre as ferramentas de BI da SAP(Afinal este blog é voltado para ferramentas da SAP) e deixar você menos confuso, se ao final eu conseguir, o propósito deste post foi atingido.

First things first: Vamos ver como as ferramentas de BI em 2016 estão posicionadas, segundo o Gartner:

post005_001

Vemos que a SAP, está nos quadrantes das visionárias. Vale considerar que os posicionamentos das empresas variam muito de ano para ano, tanto que em 2015 a SAP já esteve no quadrante dos líderes, mas nesse quesito, temos que tirar o chapéu para a competência da Tableau que nos últimos 3 anos tem sido líder disparado nas pesquisas da Gartner.

Mas voltando ao mundo SAP, na minha humilde opinião a SAP tem simplificado o seu portfólio e ao mesmo tempo o ampliando as funcionalidades e o poder de suas ferramentas de BI tornando mais fácil entender qual o propósito e para que serve cada uma delas, e também ajudando as empresas a diminuírem seu landscape, TCO e também a tornar a escolha mais fácil..rsrs… veja a imagem abaixo:

post005_002

No caso do Analysis for Office, podemos enquadrá-la como uma ferramenta de Discovery & Analysis. Mas da onde eu tirei essa conclusão? Bem, então para entender melhor como classifica-las temos que ter em mente que basicamente as ferramentas de BI se dividem em  3 áreas:

  • Reporting;
  • Discovery & Analysis;
  • Dashboards & Applications.

Não confuda as categorias acima com outros conceitos como Cloud BI, advanced analytics e self-service BI etc.. Pois todos estes por exemplo se misturam e/ou estão inseridos nas categorias acima…

Vou falar rapidamente dessas 3 areas e focando na convergência para qual as ferramentas da SAP estão caminhando… meu objetivo aqui não é ensinar nenhum conceito ou aprofundar em detalhes deste mundo, até porque, haja post para filosofar em cima de tanta coisa que anda rolando neste mercado, meu objetivo aqui é prover um overview de conceitos atrelados as ferramentas do portfólio de BI da SAP para te ajudar a entender como elas podem ajudar a você, sua empresa e/ou seu cliente.

Eu também vou dar uma de atrevido e visionário rsrs e já vou excluir das análises as ferramentas que já considero “obsoletas” e/ou que já estão caminhando para tal, como é o caso do BO Dashboards enquanto Design Studio evolui para se tornar “A Ferramenta” de Dashboards(entre outras coisas) da SAP, facilitando ainda mais o entendimento de qual ferramenta usar…

No que tange ao novo “mantra” da SAP: Simplicity, Openess, Modern UI and Performance, já estamos fazendo uso da Simplicity kkkkk

Reporting

As ferramentas de Reporting nos ajudam a:

  1. Capacidade para que os usuários criem, formatem e distribuam informações;
  2. Design de alta produtividade para projetistas de relatórios;
  3. Crie rapidamente relatórios formatados em qualquer fonte de dados;
  4. Distribuição segura de relatórios tanto interna como externamente;
  5. Minimize os custos de suporte de TI, capacitando os usuários finais a criar e modificar facilmente seus próprios relatórios;
  6. Melhore aplicativos personalizados com relatórios incorporados.

As ferramentas da portfolio da SAP mais indicadas para essa área mas nao de maneira exclusiva são: Webi e Crystal.

O WebI é uma solução líder de mercado em self-service BI que permite que os usuários de negócios criem e modifiquem rapidamente seus próprios relatórios. Esta ferramenta flexível também pode ser usada para consultar dados, bem como relatório sobre ele. Ele também permite a construção de painéis, embora uma alternativa mais fraca para as outras ofertas no Design Studio e Dashboards, e o conteúdo é acessível a partir de dispositivos móveis, web, desktop etc.

O Crystal Reports é usado para criar relatórios poderosos, ricamente formatados e dinâmicos de praticamente qualquer fonte de dados, entregue em dezenas de formatos. Uma ferramenta de relatório de produção robusta, o SAP Crystal Reports transforma quase qualquer fonte de dados em informações interativas e acionáveis que podem ser acessadas off-line ou online, a partir de aplicativos, portais e dispositivos móveis. Otimizado para relatórios e publicações de alto volume, o Crystal Reports também possui API poderosa para incorporar relatórios em outros aplicativos como Adobe e Salesforce por exemplo.

Discovery & Analysis

As ferramentas de Discovery & Analysis nos ajudam a:

  1. Capacidade de rapidamente Mashup, Explorar e Analisar;
  2. Agilidade para analistas de negócios e usuários;
  3. Acesse, limpe e combine dados de várias fontes;
  4. Descubra padrões, tendências e outliers;
  5. Conte sua história com visualizações e análises;
  6. Responda a qualquer pergunta comercial de um navegador ou dispositivo móvel;
  7. Opcionalmente, fornecer uma camada de segurança e governança para aumentar a confiança;

As ferramentas do portfolio da SAP mais indicadas para essa área mas não de maneira exclusiva são o SAP Lumira e o Analysis for Office. Quando digo de maneira não exclusiva quero dizer que por exemplo saindo um pouco do portfolio de BI e subindo a hierarquia e indo para analytics temos o HAP(HANA Analysis Process dentro do BW e a PAL(Predictive Analytic Library dentro do HANA)… apenas para citar alguns exemplos…

O SAP Lumira é uma aplicação de Self-Service e visualização de dados da SAP, que permite ao usuário acessar, limpar e combinar dados de várias fontes sem envolver TI em digamos, um grau maior do que o WebI.
Isso permite uma maneira envolvente de explorar dados, descobrindo padrões, links e tendências e, em seguida, contar sua história com visualizações poderosas e interativas, infográficos e analíticos.
É uma ferramenta fácil de usar, mas poderosa, que é adequada para analistas de negócios com muito pouco treinamento. Uma grande vantagem do Lumira em relação ao Analysis for OLAP por exemplo, é possuir uma flexibilidade de acessar, limpar e combinar dados sem envolver TI.

O Predictive Analytics é uma extensão da licença Lumira que inclui a funcionalidade Predictive Analysis, como algoritmos preditivos, análise de visualização de resultados e ferramentas de gerenciamento de modelos.

SAP BusinessObjects Analysis for Office é um complemento do Office que permite a análise ad-hoc multidimensional de fontes OLAP no Excel (fatia e dados). Ele também permite, Excel workbook baseada em design de aplicativos e criação de apresentações de BI no PowerPoint e se conecta perfeitamente ao SAP NetWeaver BW e SAP HANA.

Esta é a ferramenta hoje que possui mais o DNA do já quase finado mas nem tanto, Bex Analyzer sendo assim a substituta natural.

Dashboards & Apps

As ferramentas de Dashboards & Apps nos ajudam a:

  1. Capacidade de construir painéis e aplicações analíticas envolventes;
  2. Construção de análises interativas e visualmente atraentes;
  3. Ter o autor da aplicação, ou capacitar a empresa a compor seus próprios painéis de componentes pré-construídos;
  4. Acesso via dispositivos móveis.

A ferramenta do portfolio da SAP mais indicada para essa área mas não de maneira exclusiva é o SAP Design Studio.

O SAP Design Studio permite um design intuitivo de conteúdo analítico centralmente governável, desde analíticas guiadas até sofisticadas aplicações OLAP e painéis agregados. O produto possui suporte para iPad fora de caixa, uma interface de usuário HTML5 de última geração, uma aplicação sem costura, um designer baseado em WYSIWYG Eclipse, suporte completo e nativo de consultas BW BEx, conectividade direta com a HANA, além de um Motor de scripts avançado apenas para citar alguns.
Quando usado com o BPC Embedded Model, o Design Studio pode ser usado para construir aplicativos de planejamento abrangentes e prontos para entrada de dados. Os valores individuais podem ser bloqueados durante a construção de um plano para outros valores. A grande vantagem com o Design Studio é o script que permite uma grande flexibilidade e é favorecido por técnicos.

E por ultimo alguem lembra do Bex WAD(Web Application Designer)? Pois bem, o Desgin Studio naturalmente substitui essa nossa morta-viva, digo isso, pois ainda existem soluções sendo usada em clientes que foram desenvolvidas nela

Aderência aos Niveis Estratégicos

 Agora que já sabemos par que serve cada ferramenta, a figura abaixo mostra como elas se encaixam nos diferentes níveis estratégicos da empresa e por quem normalmente poderiam ser usadas:

post005_003

A maior parte dos usuários finais, que estão na base da piramide tendem a se basear em uma funcionalidade de relatório padronizado pré-formatado, este tipo de usuário geralmente seriam  usuários finais operacionais.

Uma parte também considerável, que está no meio da piramide, que contem além dos usuários-chave ou Key-users, está aquele que eu chamo “carinhosamente”de usuário-chave candidato que é um perfil que gosta de fazer analise interativa altamente ágil, no qual  gostam de  usar funcionalidades como slice-and-dice e  drill-down para descobrir tendências e padrões de dados, exigindo assim um tipo de descoberta de dados e funcionalidades, este tipo de usuários são geralmente analistas de negócios… Inclusive abrindo um parenteses bem rápido, o BW(sistema de datawarehouse da SAP) desde sua versão 7.3-SP5 oferece uma nova funcionalidade bem interessante para este perfil de usuário chamada BW workspaces que permite key-users e analistas avançados criarem/customizarem scenarios ad-hoc em bases de dados e modelos pré-existentes, e estes sim, mantidos pela TI, para novas formas de visualizar estes mesmos dados e/ou prototipagem rápida, mas isso é um assunto para outro post… rsrs
Um grupo menor de usuários, que está no topo da piramide estão os que desejam ver de maneira altamente resumida e visual, geralmente representada por alguma forma de funcionalidade de painel, estes forneceriam uma mistura de funcionalidade ágil e padrão dependendo das habilidades e do conhecimento dos usuários finais, e abrangeria, em geral, os usuários de alta administração.

Observe que na imagem eu coloquei um *, para as ferramentas de dashboards, pois ao contrário do que se pensa, KPI pode ser estratégico ou operacional, paineis de indicadores não servem apenas para a diretoria e/ou um nível altamente estratégico, pode existir também para ajudar conntrolar operações rotineiras de uma empresa e em tempo real.

Eu não estou considerando neste post outros fatores que com certeza devem ser levados em conta durante a escolha de uma ferramenta como custos de licenciamento, implementação, manutenção, prazos etc…

A quantidade de preparação de dados que será exigida pelos usuários de negócios também determinará se uma abordagem de análise de dados pré-formatada deverá ser usada ou uma ferramenta de self-service de data discovery. Você deve selecionar a melhor ferramenta de BI que suporta os usuários para fornecer suas necessidades de relatórios e análises.

Pesquisando na internet encontrei uma matriz de alto nível e fiz uma adaptações e simplificações afim de tentar cobrir o tipo de perguntas que devem ser feitas, e quais as capacidades do produto estão disponíveis para cada ferramenta. Como as ferramentas estão em constante evolução, a matriz pode não estar atualizada, pois algumas das capacidades podem ter melhorado:

post005_004

Conclusão

Em um ambiente de BI, geralmente há um conjunto diversificado de requisitos resultando em diferentes tipos de usuários, funcionalidade e níveis de agilidade que também devem fornecer um alto nível de interoperabilidade, escalabilidade e segurança, desempenho e integração com outras ferramentas da empresa.

Para determinar o produto BI certo é necessário entender os requisitos de quem vai usar, assim como em um projeto e também ter a habilidade de identificar o que realmente é necessário, que tipo de dados seus usuários vão analisar, como eles querem utilizar e repassar aquela informação, com que frequencia, em que formato(isso incluir analisar se o formato de quem vai enviar e compativel e esperado por quem vai receber) etc.

Bom com isso chegamos ao final deste post e espero ter atingido o objetivo de ajudar a entender melhor a evolução das ferramentas de BI da SAP e como você pode usá-las em sua empresa ou recomendar ao seu cliente.

Nest post eu foquei apenas nas ferramentas de BI da SAP, embora no portfólio de Analytics que inclui o BI existem novas ferramentas como o RoamBI, Business Objects Cloud e o SAP Digital Board Room mas este também é um assunto a ser abordado em outro post que farei em breve, onde também aproveitarei para falar sobre uma discussão que tive com um colega meu sobre se Business Intelligence e Business Analytics é a mesma coisa, se são diferentes, se um está dentro do outro etc.

Fique ligado aqui no blog e em caso de dúvidas coloque nos comentários, ou então me envie uma mensagem pelo LinkedIn, será um prazer poder ajudar…!

<Forte Abraço e até a próxima>

 

abr 06 2015

Business Intelligence Consumer Service (BICS)

Este post será sobre a criação de uma conexão Business Intelligence Consumer Service (BICS). Tentarei explicar de uma sucinta sobre o assunto.

BICS é uma camada de acesso de dados do BW que permite o dashboard acessar os dados sem que haja a necessidade de um universo. Na verdade, esta conexão “cria” um universo capaz de fazer o papel da camada semântica.

Esta conexão é interessante quando utilizado o BW como fonte de dados, pois não há a necessidade em passar por um relatório ou universo para acessar os dados. Ou seja, a performance da consulta dos dados é melhor.

Prós e contras:

Prós:
– Se for necessário mudar algum filtro da query (fixo), não haverá necessidade em modificar o Universo (pois não existe) e esta mudança se refletirá automaticamente na seleção dos dados do dashboard.

Contra:
– Caso tenha que incluir uma variável para fazer o filtro ou incluir novo índice ou medida, haverá a necessidade de refazer a conexão;
– Você não conseguirá visualizar os dados em tempo de execução no excel;
– Você terá que publicar o dashboard para visualizar os dados.

OBS: Há duas formas de fazer uma conexão no dashboard via BICS: SAP Netweaver BW connection e Query Browser. Veremos apenas a primeira forma.

Inicialmente devemos abrir a caixa de conexão e criar a conexão “Conexão com o SAP NetWeaver BW”.

BICS fig 1

Após a seleção, a conexão escolhida aparecerá na caixa conforme a figura abaixo.

BICS fig 2

Repare que as opções desta conexão são diferentes das conexões apresentadas pela conexão QaaWS e LiveOffice.

BICS fig 3

Aba Definição:

– Modifique o nome Conexão 1 pelo nome que melhor convier a conexão;
– Escolha o ambiente BW e selecione a consulta apertando no botão Procurar;

Nota: Cabe ressaltar que o campo Sistema será automaticamente preenchido após a escolha do ambiente e query desejados.

BICS fig 4

Selecione o mandante, usuário e senha;

BICS fig 5

Selecione a query que deseja extrair os dados. No caso do exemplo, a query já estava no meu histórico, mas caso não esteja, procure em Funções ou na Pesquisa.

BICS fig 6

Após selecionada query, na tela a seguir apresentará o cabeçalho da conexão.
OBS: Repare que o Sistema (Produção) foi preenchido automaticamente.

BICS fig 7

– Todas as medidas que foram configuradas em Características Livres, colunas e linhas aparecerão dentro de Filtro e Variável (dentro de Valores de Entrada) conforme mostrado na figura abaixo.

BICS fig 8

– Em Valores de Saída (Dados válidos para várias tabelas), deverá ser configurado o intervalo de células. Cabe ressaltar que ao atualizar a conexão, o xcelsius inserirá os valores neste intervalo.

– Caso você não queria extrair os valores conforme a estrutura foi configurada na query e na conexão, você poderá, em Entradas possíveis, selecionar apenas o que deseja visualizar. Ou seja, se você quiser apenas visualizar a Chave (valor do filtro), selecione o intervalo de celular apenas para o campo “Chave (valor do filtro)”. Esta opção é muito utilizada para criar uma hierarquia (no caso de BICS você deverá montar a hierarquia). Segue o exemplo abaixo.

BICS fig 9

Aba Visualização de Dados:

– Deverá ser configurada a forma como os dados aparecerão no Excel. Ou seja, em coluna aparecerão os índices e em linha apenas centro de descrição.  Cabe ressaltar que se a escolha de Valores da Saída for apenas selecionar o campo requerido, não há necessidade em configurar a visualização de dados.

OBS: Não há necessidade em redefinir a visualização de dados.

BICS fig 10

Aba Uso:

– Após definir a visualização dos dados, na aba Uso, você deverá definir quando a conexão irá ser atualizada. Esta aba é padrão para todos os tipos de conexão.

BICS fig 11

abr 05 2015

Abrir Xcelsius em versões diferentes

Em todos os softwares existe o problema de versão, pois os fabricantes não permitem a abertura de um projeto que está sendo desenvolvido em uma versão mais recente em um software com a versão mais antiga.

Existe um meio de “burlar” este problema no xcelsius.

Inicialmente teremos que transformar o arquivo XLF do xcelcius em arquivo ZIP.

A extensão do arquivo abaixo é xlf.

Figura 1 Versao Dif.

Modifique a extensão para ZIP.

Figura 2 Versao Dif.

 

Abra este arquivo em qualquer leitor e iremos encontrar a figura abaixo.

Figura 3 Versao Dif.

 

O próximo passo é editar o arquivo document.xml em qualquer editor de texto e verificar a parte superior do arquivor.

Figura 4 Versao Dif.

Cuidado para não cometer um engano, pois você poderá modificar no lugar errado e não ocorrer o resultado esperado (não acontecerá nada).

Na segunda linha do arquivo você poderá encontrar ‘version=”5.6″‘ e ‘createdby=”xcelsius 2008 SP6″‘. Se você modificar esta última parte (createdby) não acontecerá o resultado esperado e você continuará sem conseguir abrir o arquivo.

Será necessário modificar a parte de “version” para 5.3 ou simplesmente 5  (apagando o “.6”).

Após modificar o arquivo, salve o no no .zip e modifique a extensão novamente para .xlf.

abr 05 2015

Importar ou Exportar Excel do Xcelsius

Algumas vezes eu tive que modificar o XLS e tive uma grande dificuldade em abrir o arquivo xcelsius e importar o novo excel. Este fato pode ocorrer, dentre outros motivos, quando o excel está corrompido ou com problema.

Uma das formas de burlar este problema é fazer a importação ou a exportação por fora do software xcelsius.

Inicialmente teremos que transformar o arquivo XLF do xcelcius em arquivo ZIP.

A extensão do arquivo abaixo é xlf.

Figura 1 IMP ou EXP.

Modifique a extensão para ZIP.

Figura 2 IMP ou EXP.

Abra este arquivo em qualquer leitor e irá encontrar a figura abaixo.

Figura 3 IMP ou EXP.

 

O arquivo xldoc contém todo o excel do xcelsius, incluindo as conexões.

Neste caso você poderá retirar este arquivo e colocar em outro dashboard ou simplesmente atualizar ou sobrescrever por outro.

Caso queira modificar e depois salvar no próprio xlf, inclua a extensão xls no arquivo e depois abra normalmente no excel.

Faça as modificações necessárias, salve novamete e retire a extensão xls do arquivo xldoc.

Salve o arquivo .ZIP (o próprio editor do ZIP irá reconhecer que houve diferença e pedirá para salvar) e depois retire a extenão .ZIP do arquivo.

abr 01 2015

Ordenação de Dados e Ranking

Neste post veremos uma das maneiras de ordenar de forma crescente e
decrescente uma lista de valores, porém precisaremos tratar os valores
repetidos que poderão surgir na lista. A partir desta lista ordenada, você
poderá fazer um ranking com o número de linhas adequadas para sua solução.

Iniciaremos com uma lista contendo descrição e valores para a ordenação.

Etapa 0:
Na lista contendo descrição e valores, crie uma coluna contendo um valor sequencial iniciando do 1. Veja a figura da Etapa 1.

Etapa 1:
Criaremos uma coluna contendo um valor sequencial para apoiar a ordenação
dos valores e o tratamento dos valores repetidos.
Utilize a função ORDEM para identificar a ordem em que o valor ocupa na lista.
-> ORDEM(valor; matriz; [ordem])

No caso abaixo, o valor procurado é o -2 no intervalo de D3 a D10. Ao
replicar esta função para as outras linhas, fixe apenas o intervalo para
que a célula requerida seja flutuante.
OBS: A ordem é uma opção, porém é interessante selecionar uma delas. No
caso abaixo, foi selecionada ordem crescente.

pic29959

pic32628
Etapa 2:
Na etapa 2, precisaremos tratar os valores repetidos.

Na coluna G faremos o tratamento e utilizaremos a função CONT.SE para isso.
-> CONT.SE(matriz, valor)

pic21228

Deve ser selecionado, como primeiro parâmetro, o array onde encontraremos
os valores repetidos, sendo que precisaremos deixar o primeiro valor do
array fixo e o último flutuante. Nesta função faremos os testes de acordo
com a coluna F apenas. No outro parâmetro, necessário na função, será o valor
que queremos procurar e subtrairemos 1 para haja a ordenação correta.
Ou seja, ao procurar uma valor, se este não tiver valores repetidos, o
valor retornado será 1, caso contrário o valor somado a 1.

OBS: Caso o valor retornado seja 1, o valor no somatório será 2 e assim sucessivamente.

Exemplo:
A linha D4 tem mais 2 valores iguais e precisaremos dar uma posição para
cada um deles.
O valor 5, nas células D3 a D4, não tem valor repetido e por isso retornará
1 (subtrairemos 1 mais adiante e por isso o valor 0).
O valor 5, nas células D3 a D8, tem um valor repetido e por isso o
resultado é 2 (subtrairemos 1 mais adiante e por isso o valor 1).
O valor 5, nas células D3 a D9, tem 2 valores repetidos e por isso o
resultado é 3 (subtrairemos 1 mais adiante e por isso o valor 2).

Após fazer isso para todas as linhas, precisaremos subtrair 1 para que os
valores possam se ajustar no passo seguinte.

pic22139

Etapa 3:
Após identificar os valores repetidos e subtrair de 1, precisaremos somar
esta coluna (G) com a coluna de ordenação (F) para identificar a verdadeira
ordenação sem repetição.

pic27580

Etapa 4:
Nesta etapa faremos a ordenação do menor para o maior e para isso
utilizaremos a ordem sequencial numérica que fizemos na coluna B.
Faremos o uso da função CORRESP para identificar o valor requerido na lista
a partir do sequencial numérico.
-> CORRESP(valor; matriz; [tipo de correspondência])

pic21778

O tipo de correspondência é importante para identificar os valores de forma
exata ou não.  Neste caso, selecione a correspondência exata.

pic32471
A partir da coluna I, podemos fazer um PROCV para extrair a descrição e valor em ordem crescente ou decrescente.
->procv(I3;B3:D10;2;FALSO)

nov 20 2012

LCM – Life-Cycle Management (Parte 01)

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre uma importante ferramenta que é o LCM, trataremos especificamente da versão para a plataforma SAP BO 3.1.

1 – O que é o LCM? 

Refere-se ao conjunto de processos envolvidos na gestão de informações relacionadas a um ciclo de vida do produto, desde a fase de concepção até a entrega. Estabelece procedimentos para governar o ciclo de vida do produto, que inclui as fases de desenvolvimento, teste e produção. Estes fases podem ocorrer no mesmo local ou em diferentes localizações geográficas.

Em outras palavras podemos entender o LCM como uma ferramenta para migração de pacotes entre servidores SAP BO. Por exemplo, acabamos de desenvolver um relatório na ferramenta e queremos disponibilizar esse mesmo relatório em outro ambiente (de Homologação) para que o mesmo possa ser validado pelos nossos usuários.

Antes de iniciarmos nosso estudo sobre essa ferramenta é importante entendermos determinados termos utilizados no LCM.

JOB – é uma coleção de InfoObjects que podem ser movidos de um ambiente BO para outro ambiente BO de uma determinada empresa.  O Job também pode se referir a uma coleção de objetos relacionados e dependentes que possuem um conjunto de Ids únicos (CUIDs) que precisam ser promovidos ao sistema de destino.

JOB INSTANCE – é um job que está programado para ser executado em um momento específico pelo utilizador.

PRIMARY RESOURCE – refere-se a um recurso selecionado pelo usuário, que é promovido pela  ferramenta de gerenciamento de ciclo de vida.

PROMOTION – refere-se à atividade de criar ou atualizar um InfoObject, junto com seus objetos dependentes, no sistema de destino.

Ainda existem muitos outros termos utilizados no LCM, a medida que formos mostrando os recursos dessa ferramenta vamos descrever outros conceitos importantes.

 

2 – Ambiente de desenvolvimento de Jobs

A figura abaixo ilustra o ambiente de desenvolvimento do LCM.  Todo trabalho de criação de Jobs e promoção para outro ambiente acontece utilizando os recursos que apresentaremos de forma prática a seguir.

3 – Criação de um job passo a passo

Como primeiro passo devemos logar na aplicação LCM conforme indicado na figura baixo. Vale lembrar que na versão 4.0 do BO essa ferramenta já se encontra disponível no CMC não havendo a necessidade de se comprar um software a mais.

Observe no próximo passo a tela seguinte, nela conseguimos ver um histórico de todos os Jobs publicados anteriormente, bem como informações úteis como nome do Job, Status, data de criação e origem dos objetos. Nessa tela teremos condições de criar um job novo (migrando objetos de um ambiente para o outro), ou simplesmente podemos criar um arquivo .BIAR contendo os objetos fruto de um desenvolvimento qualquer. O Administrador de ambiente SAP BO poderá por exemplo criar backups do ambiente e salvar os objetos no formato de arquivo .BIAR.

 

imagem2

No próximo artigo continuaremos com o estudo do LCM e mostraremos mais recursos dessa importante ferramenta.

Espero que tenham gostado.

 

Até a próxima.

maio 12 2012

Como verificar versão do Crystal Reports

Neste artigo, vou descrever uma das formas de visualizar a versão do Crystal Report. Esta não é a única forma, porém é segura.

Você poderá abrir as pastas a seguir através de linha de comando (Command-CMD) ou pelo próprio Windows Explore. Neste exemplo abrirei pelo Windows Explore.

Inicialmente deverá ser aberta a pasta “assembly” que se encontra no driver “C:”, dentro da pasta WINDOWS.

 

Dentro desta pasta, procurar o nome CrystalDecisions.CrystalReports.Design. Dependendo da quantidade de versões instaladas na máquina, apareceram mais arquivos. Você deverá procurar a mais recente de todas, pois esta é a que está sendo utililzada.


Repare que existem 4 arquivos com o mesmo nome. Se você reparar na versão, o arquivo mais recente é o selecionado na figura.
Após achar o arquivo correto, clique com o botão da direita em cima dele e selecione “propriedades” ou “properties” dependendo do idioma utilizado.

Dentro das propriedades do arquivo, você deverá selecionar a aba “versão” ou “version”.
No canto superior esquerdo, aparecerá, em “Versão do arquivo” ou “File Version” a versão utilizada.

 

Segue abaixo o link com mais informações sobre SPs e FPs da SAP:
https://wiki.sdn.sap.com/wiki/display/BOBJ/Crystal+Reports+2008+-+Version+and+Download+information+for+SPs+and+FPs

 

 

 

maio 04 2012

Administração Central Management Console – SAP BO CMC (Parte 3)

Hoje daremos continuidade na nossa série de artigos sobre administração.  Nos artigos anteriores vimos tivemos uma visão geral de como funciona a arquitetura de administração do SAP BO, vimos alguns exemplos de criação de um usuário e a associação desse usuário a um
grupo de usuários entre outras coisas.

Um ponto de grande importância para quem administra um ambiente SAP BO é entender e planejar  um modelo de segurança eficiente.

Antes de discutirmos sobre um modelo de segurança vamos falar brevemente sobre mais alguns conceitos que envolvem a administração SAP BO.

1 – Pastas versus Categorias

As pastas assim como as categorias são formas de se organizar o conteúdo (objetos) do SAP BO de forma coerente e de fácil localização.

As categorias etiquetam os objetos (documentos) de uma maneira significativa a fornecer um método adicional de classificação, que facilita a procura dos objetos por parte dos usuários. Elas permitem que os usuários visualizem seus objetos através do sistema porque uma categoria não é confinada pela posição de armazenamento do objeto, isso quer dizer que um objeto ou relatório que hoje é armazenado em uma pasta pode ser atribuído a várias categorias.

Abaixo mostramos no ambiente CMC as telas referentes à administração de pastas e categorias.

2 – Modelos de Segurança do CMC

Existem dois métodos para associar permissão aos usuários:

Nível de Acesso pré-definido

Os níveis de acesso pré-definidos são uma coleção de direitos que foram ajustados do sistema SAP BO para fornecer alguns acessos mais comuns aos usuários.  Recomenda-se o uso de nível de acesso pré-definido sempre que for possível.

Direitos Avançados

Os níveis de Direitos Avançados são ajustes específicos que fazemos para um determinado objeto, podendo personalizar as ações que  eterminados usuários podem executar em um objeto ou conteúdo.

3 – Aplicando Direitos a Usuário e Grupo em Objetos e Pastas

A segurança do CMC funciona da seguinte maneira:

  • Segurança Global
  • Nível de Segurança por Pastas
  • Nível de Segurança por Objetos

Segurança Global

A segurança global é a segurança padrão do sistema. Os direitos globais não são especificados para nenhum objeto, mas quando uma pasta de nível superior é adicionada ao sistema, o direito padrão desta pasta recebe como herança o nível global.

Nível de Segurança por Pastas

Permite ajustar direitos do nível de acesso para uma pasta e os objetos contidos nessa pasta.  Quando as pastas do nível superior herdam a segurança do nível global, as subpastas herdam a segurança das pastas pai.

Nível de Segurança por Objetos

Os objetos do SAP BO herdam a segurança de sua pasta pai. Os direitos se ajustam explicitamente nos direitos herdados ao nível do objeto.

A tela acima ilustra exatamente o tipo de ambiente que o leitor irá encontrar para configurar os níveis de acesso dos usuários do SAP BO.

Espero que tenham gostado desse artigo e aguardem novas matérias no blog.

Grande abraço

mar 22 2012

Informações de Direitos no Universe Design

Hoje falaremos brevemente sobre como visualizarmos os níveis de segurança atribuídos a cada grupo no CMC do SAP BO.

A SAP tem incluído um grupo de usuários do Universo Designer desde a Release 2 (R2 XI). Para trabalharmos com esses grupos é recomendado
atribuirmos um usuário a um ou mais grupos para que se tornem subgrupos do grupo pai. A idéia é que os usuários ou subgrupos criados possam herdar todos os direitos do grupo pai.

Observando recentemente a versão 4.0 do SAP BO verificamos que o mesmo atribui segurança de forma diferente entre as duas ferramentas de camada semântica. Para o Universe Design Tool a SAP utiliza um alto-nível de controle de acesso conforme verificamos na figura abaixo.

Usando o Gerenciador de permissões, podemos analisar e verificar que realmente a ferramenta do Universo nos oferece um controle total aos usuários do projeto.

Observamos também que a nova ferramenta de design atribui direitos avançados, não só controle completo, para o grupo interno de usuários do Universe Designer.

Falaremos com mais detalhes sobre as permissões, grupos de usuários e suas aplicações em artigos futuros.

Até breve.

fev 18 2012

Consumindo um modelo Xcelsius no Crystal Reports

No artigo de hoje falaremos brevemente sobre como as ferramentas da SAP BO se integram, mais especificamente falaremos da integração existente entre o Xcelsius e o Crystal Reports. Faremos uma demonstração simples e breve de como podemos executar no Crystal reports um modelo de painel criado no Xcelsius.

Vamos ao passo a passo:

1- Desenvolver um modelo no xcelsius da seguinte maneira:

Insira um gráfico de barras e um combo box.

Combo:

Os rótulos do combo box serão as células de A2 a A6.

Os dados de origem serão as células A2 a E6.

O Destino será de A10 a E10.

Gráfico:

O titulo será a célula A10.

Os valores de intervalo serão as células de B10 a E10.

Os rótulos da categoria X serão as células de B1 a E1.

Na barra de ferramentas a opção Gerenciar Conexões, selecione a opção consumidor de dados do crystal.

Cabeçalho de linha, selecione de A2 a A6.

Cabeçalho de coluna selecione de B1 a E1.

Dados selecione de B2 a B6.  Ajuste a janela no limite do componente. Salve o modelo. Exporte para SWF.

2- Desenvolver um relátório no crystal da seguinte maneira:

Crie um novo relatório utilizando o banco de exemplos Xtreme Smaplas database.  Insira as tabelas Customer e Orders conforme demonstramos na figura abaixo.

Insira um objeto flash no relatório.

Utiliza a opção incorporar.

Posicione o objeto na cabeçalho do relatório.

Botão direito em cima do objeto flash, especialista em dados flash.

Arraste o campo Customer Country para o quadrado Inserir rótulo de linha. Arraste o campo Order Date para o quadrado Inserir rótulo da
coluna. Arraste o campo Order Amount para o quadrado valor dos dados.

Clique no quadrado Customer Contry e crie uma classificação de grupo para retornar somente 5 países. Selecione o quadrado data e clique em opções. Mude para opção a coluna será impressa para cada ano.

Clique em OK.  Execute o relatório.

Espero que tenham gostado dessa demonstração. Em breve teremos mais novidades no nosso blog.
Fiquem atentos.

Até a próxima.

 

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