Peeter Bonomo

Detalhes do autor

Nome: Peeter Bonomo
Data de registro: 5 de setembro de 2013

Biografia

Profissional certificado (SAP Certified Application Associate – SAP BusinessObjects Web Intelligence XI 3.x) com experiência de 10 anos na área de TI e 7 anos como especialista em Business Intelligence. Atuando com SAP BO como consultor/arquiteto de soluções para a implementação das ferramentas SAP BO (administração e segurança, integração de dados, camada semântica, relatórios e dashboards) e na integração do SAP BO com SAP BW, SAP HANA, SAP BPC, entre outros. Conhecimentos em metodologia e arquitetura de solução de BI e banco de dados. Possui diversos cursos como Business Intelligence (BI), Data Warehousing, Business Information Warehouse (SAP BW), SAP HANA, SAP Business Objects WebIntelligence, Universe Designer, Dashboard Designer (Xcelsius), SAP Process Integration (PI), Oracle PL/SQL e Microstrategy. br.linkedin.com/in/peeterbonomo/

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  2. LCM – Life-Cycle Management (Parte 01) — 20 de novembro de 2012
  3. Como verificar versão do Crystal Reports — 12 de maio de 2012
  4. Administração Central Management Console – SAP BO CMC (Parte 3) — 4 de maio de 2012
  5. Informações de Direitos no Universe Design — 22 de março de 2012

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Listas de posts do autor

set 09 2013

SAP Lumira (Parte 01)

Olá pessoal,

retornando as atividades do blog, hoje venho mostrar uma prévia (em 02 partes) do SAP Lumira (formerly SAP Visual Intelligence).

O que é o SAP Lumira: É uma ferramenta onde os usuários acessam, transformam e visualizam dados de maneira repetida, modo self-service. A interface dela é amigável e permite analisar rapidamente os dados.

Você pode conectar o SAP Lumira para visualização dos dados ao SAP HANA, a universos do SAP BO (versões 3.x e 4.x), a planilhas Excel, arquivos CSV ou usando um freehand SQL (instruções SQL).

 

Ah, e você pode baixar a versão Personal Edition for Free do SAP Lumira e realizar seus testes e afins.

 

Bom, vamos a prática:

– Execute o SAP Lumira:

img01

 

 

– Essa é a interface dela:

img02

 

 

– Clique em “New Document” e escolha “Universe 4.x”.

img03

 

– Conecte-se ao CMS (Servidor BO) e escolha o Universo (no caso e-fashion). Clique em “select”.

img04

 

 

– Escolha os objetos necessários para a sua consulta (podem usar o exemplo abaixo se quiser) e clique em “Acquire”.

img05

 

 

– Carregando os dados…

img06

 

 

– Pronto!

img07

 

 

Observe que a primeiro momento ele exibe os dados de forma tabular, podendo ser alterado no menu acima em: “Data”, “Split” e “Visualize”.

 

  • Em “Data”, como dito anteriormente são os dados disponíveis em forma de tabela.
  • Em “Split”, você divide a tela na visão dos dados tabulares e de gráfico.
  • Em “Visualize”, você tem uma visão com os componentes gráficos pertinentes aos objetos que você selecionou na consulta.

 

– Split.

img08

 

 

– Visualize.

img09

 

 

 

– Na parte superior você pode alternar com os diversos tipos de componentes gráficos. Exemplo abaixo, 3D.

img010

 

 

 

– Você também pode fazer filtros. É só clicar e arrastar a área de “Filters”. Assim que você seleciona um valor, automaticamente os dados são refletidos no gráfico.

img011

 

 

 

– Você também pode salvar uma espécie de “Snapshot”, clicando em “Save”. No Exemplo abaixo, selecionei um gráfico de Pizza.

img012

 

 

– Visão salva! Como podem ver aparece uma pequena janela logo abaixo de sua visão atual.

img013

 

 

Enfim, você pode trabalhar com qualquer tipo de dado e ter suas próprias visões. Um ponto interessante: Você pode compartilhar isso via e-mail, via StreamWork e etc.

 

Bom, essa foi a primeira parte, visão geral mesmo da ferramenta SAP Lumira. Em breve mais posts relacionados a esse e outros assuntos. Até mais.

 

Para esse post foi utilizado o SAP Lumira 1.0.11, SAP BO 4.0 conectado do Universo de testes/treinamento/padrão de instalação chamado e-fashion.

 

nov 20 2012

LCM – Life-Cycle Management (Parte 01)

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre uma importante ferramenta que é o LCM, trataremos especificamente da versão para a plataforma SAP BO 3.1.

1 – O que é o LCM? 

Refere-se ao conjunto de processos envolvidos na gestão de informações relacionadas a um ciclo de vida do produto, desde a fase de concepção até a entrega. Estabelece procedimentos para governar o ciclo de vida do produto, que inclui as fases de desenvolvimento, teste e produção. Estes fases podem ocorrer no mesmo local ou em diferentes localizações geográficas.

Em outras palavras podemos entender o LCM como uma ferramenta para migração de pacotes entre servidores SAP BO. Por exemplo, acabamos de desenvolver um relatório na ferramenta e queremos disponibilizar esse mesmo relatório em outro ambiente (de Homologação) para que o mesmo possa ser validado pelos nossos usuários.

Antes de iniciarmos nosso estudo sobre essa ferramenta é importante entendermos determinados termos utilizados no LCM.

JOB – é uma coleção de InfoObjects que podem ser movidos de um ambiente BO para outro ambiente BO de uma determinada empresa.  O Job também pode se referir a uma coleção de objetos relacionados e dependentes que possuem um conjunto de Ids únicos (CUIDs) que precisam ser promovidos ao sistema de destino.

JOB INSTANCE – é um job que está programado para ser executado em um momento específico pelo utilizador.

PRIMARY RESOURCE – refere-se a um recurso selecionado pelo usuário, que é promovido pela  ferramenta de gerenciamento de ciclo de vida.

PROMOTION – refere-se à atividade de criar ou atualizar um InfoObject, junto com seus objetos dependentes, no sistema de destino.

Ainda existem muitos outros termos utilizados no LCM, a medida que formos mostrando os recursos dessa ferramenta vamos descrever outros conceitos importantes.

 

2 – Ambiente de desenvolvimento de Jobs

A figura abaixo ilustra o ambiente de desenvolvimento do LCM.  Todo trabalho de criação de Jobs e promoção para outro ambiente acontece utilizando os recursos que apresentaremos de forma prática a seguir.

3 – Criação de um job passo a passo

Como primeiro passo devemos logar na aplicação LCM conforme indicado na figura baixo. Vale lembrar que na versão 4.0 do BO essa ferramenta já se encontra disponível no CMC não havendo a necessidade de se comprar um software a mais.

Observe no próximo passo a tela seguinte, nela conseguimos ver um histórico de todos os Jobs publicados anteriormente, bem como informações úteis como nome do Job, Status, data de criação e origem dos objetos. Nessa tela teremos condições de criar um job novo (migrando objetos de um ambiente para o outro), ou simplesmente podemos criar um arquivo .BIAR contendo os objetos fruto de um desenvolvimento qualquer. O Administrador de ambiente SAP BO poderá por exemplo criar backups do ambiente e salvar os objetos no formato de arquivo .BIAR.

 

imagem2

No próximo artigo continuaremos com o estudo do LCM e mostraremos mais recursos dessa importante ferramenta.

Espero que tenham gostado.

 

Até a próxima.

maio 12 2012

Como verificar versão do Crystal Reports

Neste artigo, vou descrever uma das formas de visualizar a versão do Crystal Report. Esta não é a única forma, porém é segura.

Você poderá abrir as pastas a seguir através de linha de comando (Command-CMD) ou pelo próprio Windows Explore. Neste exemplo abrirei pelo Windows Explore.

Inicialmente deverá ser aberta a pasta “assembly” que se encontra no driver “C:”, dentro da pasta WINDOWS.

 

Dentro desta pasta, procurar o nome CrystalDecisions.CrystalReports.Design. Dependendo da quantidade de versões instaladas na máquina, apareceram mais arquivos. Você deverá procurar a mais recente de todas, pois esta é a que está sendo utililzada.


Repare que existem 4 arquivos com o mesmo nome. Se você reparar na versão, o arquivo mais recente é o selecionado na figura.
Após achar o arquivo correto, clique com o botão da direita em cima dele e selecione “propriedades” ou “properties” dependendo do idioma utilizado.

Dentro das propriedades do arquivo, você deverá selecionar a aba “versão” ou “version”.
No canto superior esquerdo, aparecerá, em “Versão do arquivo” ou “File Version” a versão utilizada.

 

Segue abaixo o link com mais informações sobre SPs e FPs da SAP:
https://wiki.sdn.sap.com/wiki/display/BOBJ/Crystal+Reports+2008+-+Version+and+Download+information+for+SPs+and+FPs

 

 

 

maio 04 2012

Administração Central Management Console – SAP BO CMC (Parte 3)

Hoje daremos continuidade na nossa série de artigos sobre administração.  Nos artigos anteriores vimos tivemos uma visão geral de como funciona a arquitetura de administração do SAP BO, vimos alguns exemplos de criação de um usuário e a associação desse usuário a um
grupo de usuários entre outras coisas.

Um ponto de grande importância para quem administra um ambiente SAP BO é entender e planejar  um modelo de segurança eficiente.

Antes de discutirmos sobre um modelo de segurança vamos falar brevemente sobre mais alguns conceitos que envolvem a administração SAP BO.

1 – Pastas versus Categorias

As pastas assim como as categorias são formas de se organizar o conteúdo (objetos) do SAP BO de forma coerente e de fácil localização.

As categorias etiquetam os objetos (documentos) de uma maneira significativa a fornecer um método adicional de classificação, que facilita a procura dos objetos por parte dos usuários. Elas permitem que os usuários visualizem seus objetos através do sistema porque uma categoria não é confinada pela posição de armazenamento do objeto, isso quer dizer que um objeto ou relatório que hoje é armazenado em uma pasta pode ser atribuído a várias categorias.

Abaixo mostramos no ambiente CMC as telas referentes à administração de pastas e categorias.

2 – Modelos de Segurança do CMC

Existem dois métodos para associar permissão aos usuários:

Nível de Acesso pré-definido

Os níveis de acesso pré-definidos são uma coleção de direitos que foram ajustados do sistema SAP BO para fornecer alguns acessos mais comuns aos usuários.  Recomenda-se o uso de nível de acesso pré-definido sempre que for possível.

Direitos Avançados

Os níveis de Direitos Avançados são ajustes específicos que fazemos para um determinado objeto, podendo personalizar as ações que  eterminados usuários podem executar em um objeto ou conteúdo.

3 – Aplicando Direitos a Usuário e Grupo em Objetos e Pastas

A segurança do CMC funciona da seguinte maneira:

  • Segurança Global
  • Nível de Segurança por Pastas
  • Nível de Segurança por Objetos

Segurança Global

A segurança global é a segurança padrão do sistema. Os direitos globais não são especificados para nenhum objeto, mas quando uma pasta de nível superior é adicionada ao sistema, o direito padrão desta pasta recebe como herança o nível global.

Nível de Segurança por Pastas

Permite ajustar direitos do nível de acesso para uma pasta e os objetos contidos nessa pasta.  Quando as pastas do nível superior herdam a segurança do nível global, as subpastas herdam a segurança das pastas pai.

Nível de Segurança por Objetos

Os objetos do SAP BO herdam a segurança de sua pasta pai. Os direitos se ajustam explicitamente nos direitos herdados ao nível do objeto.

A tela acima ilustra exatamente o tipo de ambiente que o leitor irá encontrar para configurar os níveis de acesso dos usuários do SAP BO.

Espero que tenham gostado desse artigo e aguardem novas matérias no blog.

Grande abraço

mar 22 2012

Informações de Direitos no Universe Design

Hoje falaremos brevemente sobre como visualizarmos os níveis de segurança atribuídos a cada grupo no CMC do SAP BO.

A SAP tem incluído um grupo de usuários do Universo Designer desde a Release 2 (R2 XI). Para trabalharmos com esses grupos é recomendado
atribuirmos um usuário a um ou mais grupos para que se tornem subgrupos do grupo pai. A idéia é que os usuários ou subgrupos criados possam herdar todos os direitos do grupo pai.

Observando recentemente a versão 4.0 do SAP BO verificamos que o mesmo atribui segurança de forma diferente entre as duas ferramentas de camada semântica. Para o Universe Design Tool a SAP utiliza um alto-nível de controle de acesso conforme verificamos na figura abaixo.

Usando o Gerenciador de permissões, podemos analisar e verificar que realmente a ferramenta do Universo nos oferece um controle total aos usuários do projeto.

Observamos também que a nova ferramenta de design atribui direitos avançados, não só controle completo, para o grupo interno de usuários do Universe Designer.

Falaremos com mais detalhes sobre as permissões, grupos de usuários e suas aplicações em artigos futuros.

Até breve.

fev 18 2012

Consumindo um modelo Xcelsius no Crystal Reports

No artigo de hoje falaremos brevemente sobre como as ferramentas da SAP BO se integram, mais especificamente falaremos da integração existente entre o Xcelsius e o Crystal Reports. Faremos uma demonstração simples e breve de como podemos executar no Crystal reports um modelo de painel criado no Xcelsius.

Vamos ao passo a passo:

1- Desenvolver um modelo no xcelsius da seguinte maneira:

Insira um gráfico de barras e um combo box.

Combo:

Os rótulos do combo box serão as células de A2 a A6.

Os dados de origem serão as células A2 a E6.

O Destino será de A10 a E10.

Gráfico:

O titulo será a célula A10.

Os valores de intervalo serão as células de B10 a E10.

Os rótulos da categoria X serão as células de B1 a E1.

Na barra de ferramentas a opção Gerenciar Conexões, selecione a opção consumidor de dados do crystal.

Cabeçalho de linha, selecione de A2 a A6.

Cabeçalho de coluna selecione de B1 a E1.

Dados selecione de B2 a B6.  Ajuste a janela no limite do componente. Salve o modelo. Exporte para SWF.

2- Desenvolver um relátório no crystal da seguinte maneira:

Crie um novo relatório utilizando o banco de exemplos Xtreme Smaplas database.  Insira as tabelas Customer e Orders conforme demonstramos na figura abaixo.

Insira um objeto flash no relatório.

Utiliza a opção incorporar.

Posicione o objeto na cabeçalho do relatório.

Botão direito em cima do objeto flash, especialista em dados flash.

Arraste o campo Customer Country para o quadrado Inserir rótulo de linha. Arraste o campo Order Date para o quadrado Inserir rótulo da
coluna. Arraste o campo Order Amount para o quadrado valor dos dados.

Clique no quadrado Customer Contry e crie uma classificação de grupo para retornar somente 5 países. Selecione o quadrado data e clique em opções. Mude para opção a coluna será impressa para cada ano.

Clique em OK.  Execute o relatório.

Espero que tenham gostado dessa demonstração. Em breve teremos mais novidades no nosso blog.
Fiquem atentos.

Até a próxima.

 

jan 22 2012

Web Intelligence – Solução de Problemas em fórmulas

No artigo de hoje vamos falar sobre um tema que vai ajudar bastante os desenvolvedores de SAP BO no que diz respeito aos principais problemas e soluções de fórmulas no WebI. Um ponto importante que vale ressaltar é que todas as mensagens de erro em fórmulas no WebI começam com o # e aparecem na célula onde a fórmula é colocada.

Os principais erros são:

•#DIV/0

• #MULTIVALUE

• #OVERFLOW

• #SYNTAX

• #INCOMPATIBLE

• #CONTEXT

• #ERROR

1 – #DIV/0

# DIV / 0 ocorre sempre que uma fórmula tenta dividir um número por zero, o que é matematicamente impossível. Zero nunca pode aparecer como um divisor.

Exemplo:

2 – #MULTIVALUE

Ocorre sempre que você coloca uma fórmula que retorna mais de um valor em uma célula que produz um único valor.

Exemplo:

Obs.: Se esse mesmo relatório é dividido em seções por País, por exemplo, observamos que há apenas um valor por país conforme figura abaixo.

Fora da seção, no entanto a fórmula ainda retorna #MULTIVALUE.

3 – #OVERFLOW

O erro #OVERFLOW ocorre quando um cálculo retorna um valor que é muito grande para WebIntelligence trabalhar. Esse valor, na forma exponencial, é 1.7E308.

4-#SYNTAX

Ocorre quando uma fórmula referencia um objeto que já não existe no relatório.

Exemplo:

Referenciando um objeto não existente.

Se a variável Yearly Average  é excluída do relatório, ele agora aparece com esse formato:

5 – #INCOMPATIBLE

Ocorre quando as dimensões em uma consulta são incompatíveis.

6 – #CONTEXT

A mensagem de erro #CONTEXT está relacionada com o erro #INCOMPATIBLE que ocorre quando uma consulta contém objetos incompatíveis.  O #CONTEXT ocorre quando em uma consulta específica um objeto medida de agregação é inexistente para um determinado contexto.

7 – #ERROR

É a mensagem de erro padrão que cobre todos os erros não abrangidos pelas mensagens descritas anteriormente nesse artigo.

Exemplo:

Esses são erros que certamente o leitor vai encontrar no seu dia a dia de desenvolvimento de relatórios. Com a prática a resolução desses problemas se torna algo mais fácil.

Espero que tenham gostado.

Até a próxima.

jan 16 2012

Sincronizando Dados no Web Intelligence

No artigo de hoje falaremos sobre uma funcionalidade muito interessantes e útil no Web Intelligence que é a Sincronização de dados ou mescla de dimensões. Essa funcionalidade é muito útil quando queremos apresentar em uma tabela, por exemplos informações oriundas de consultas distintas.

1 – Introdução

Em um documento Web Intelligence pode ser utilizado um ou mais queries. Estas queries podem ser baseadas em um ou mais universos.

Ou seja, em um mesmo relatório, pode ser incluído e formatado o resultado de duas queries que acessam universos diferentes.

O system administrator determina as permissões para os acessos a universos

Em um único documento é possível incluir até no máximo 15 queries.

Observamos no exemplo abaixo a junção dos 5 blocos de resultados das consultas em apenas 3 blocos.

Para ter dados de diferentes fontes em um único bloco, é preciso sincronizar dados de dimensões merged.

Se os dados não forem sincronizados com dados similares o Web Intelligence não irá saber de que forma os dados estão relacionados e o relatório pode não mostrar resultados relevantes.

2 – Sincronizando Queries Merging Dimensions Manualmente

Há como definir os relacionamentos entre os objetos de diferentes universos manualmente (merging dimensions).

Isto permite identificar os objetos que retornam dados comuns em ambas as queries.

Uma vez que as dimensões merged estejam postadas, é possível comparar as informações entre as queries mais precisamente.

Algumas regras para relembrar ao merging dimensions de múltiplas queries:

1- Só é possível o link  de objetos de dimensão

2- Os objetos não precisam ter o  mesmo nome

3 – Os objetos precisam ter o mesmo formato de dado

4 – Todos os dados no data provider são case-sensitive

5 – O formato dos valores deve ser o mesmo

6 – Qualquer número de query podem ser linked por objetos de dimensão comuns

7 – Qualquer número de objetos de dimensão podem ser merged entre duas queries

8 – Um objeto measure pode ser sincronizado com sucesso somente para o nível de detalhe mais baixo  que é comum entre duas diferentes fontes de dados.

Abaixo mostramos o resultado de uma consulta envolvendo 2 universos.  Os objetos Store name e Sales revenue são do mesmo universo
e fonte de dados (eFashion) mas o Number of employees é de outro universo e fonte (eStaff).

O resultado abaixo é apresentado quando criamos um relatório onde não fazemos a sincronização dos dados desses universos.

Agora apresentaremos o resultado do mesmo relatório com as dimensões mescladas.

3 – Demonstração

Abaixo demonstraremos como criar um relatório com múltiplas fontes de dados. Primeiro criaremos uma consulta a partir do universo eFashion conforme ilustrado abaixo.

Criaremos em seguida outra consulta vinda do Universo Island Resorts conforme ilustrado abaixo.

Observe que para cada consulta temos a dimensão City cujos dados estão na mesma granularidade. Esse objeto será usado para realizar a mescla das duas consultas conforme veremos a seguir. O resultado das duas consultas separadamente está sendo representada no relatório de exemplo abaixo.

Para criarmos um relatório com as duas medidas, precisamos fazer o que chamamos de mescla de dimensões.  Para tanto juntamos o objeto em comum nas duas consultas, no nosso exemplo o objeto City. O resultado dessa mescla é apresentado abaixo. Observe que a medida Number of Guests apresenta valor apenas para os dados que existem em comum nas duas consultas.

Esse tipo de recurso no Web Intelligence é muito útil em determinados casos, dependendo do projeto em que você estiver atuando.

Espero que tenham gostado desse artigo e em caso de dúvidas é só postar.

Até breve.

jan 13 2012

Web Intelligence – Mensagens de Erros

Começaremos o ano novo com um artigo simples, mas bem útil pra quem desenvolve muito usando o  WebIntelligence.  Agrupamos nesse artigo algumas das principais mensagens de erro e possíveis soluções. O objetivo desse artigo não é esgotar esse assunto uma vez que existem vasto materiais e manuais técnicos com essas mensagens para orientar o desenvolvedor.

Invalid block definition. (WIH 00001)

Causa:

Você tentou executar a consulta, ou acessar os filtros dos relatórios ou Propriedades sem completar os seguintes critérios:

Para tabelas, crosstabs e formulários, você deve alocar objetos para cada campo.

• Para todos os tipos de gráfico, você deve alocar objetos de medida únicos para a Y-Axis.

• Para todos os tipos de gráfico, exceto gráficos de pizza, você deve alocar pelo menos uma dimensão ou objeto detalhe para o X-Axis.

• Para todos os tipos de gráfico, exceto gráficos de pizza, se você tiver atribuído mais de um objeto para o eixo Y, você não pode alocar todos os objetos para o Z-Axis.

• Para gráficos de pizza, você pode alocar apenas um objeto de medida para a Y-Axis.

• Para gráficos de pizza, você deve alocar pelo menos um objeto para o X-Axis.

Ação:

Alocar adequadamente os objetos para cada campo necessário.

This object has already been inserted. (WIH 00002)

Causa:

Você não pode inserir o mesmo objeto mais de uma vez em uma consulta

Ação:

Escolha outro objeto, ou execute a consulta com o objeto que você selecionou.

This filter has already been inserted. (WIH 00003)

Causa:

Você não pode inserir o mesmo filtro pré-definido mais de uma vez em uma consulta.

Ação:

Escolha outro filtro predefinido, ou execute a consulta com o filtro predefinido já escolhido.

You must insert a result object before choosing another tab. (WIH 00008)

 Causa:

Você tentou acessar outro guia, sem a inserção de objetos para o relatório.

Ação:

Inserir um ou mais objetos para o relatório no painel de objetos no Universo na tab de query.

You cannot create a section using a measure. (WIH 00009)

Causa:

Você só pode criar seções em dimensões. Por exemplo, você pode criar seções por períodos de tempo, geografias, categorias de produtos, clientes e assim por diante. Você não pode criar seções sobre medidas.

Ação:

Selecione a dimensão para criação a seção. 

The document could not be saved. (WIH 00014)

 Causa:

O WebIntelligence não foi capaz de salvar o documento para o repositório. Este erro pode ocorrer por uma série de razões. Por exemplo: você não tem o direitos de segurança para a pasta onde você tentou salvar o documento.

Ação:

Consulte o administrador do BusinessObjects para determinar por que você não poderia salvar o documento.

 You cannot create a variable that has the same name as an existing document object. Give the new variable a different name. (Error: WIJ 10001)

Causa:

Um documento único do WebIntelligence não pode conter vários objetos ou variáveis ​​com o mesmo nome.

Ação:

Para salvar uma nova variável, cria a mesma com um nome diferente dos objetos e variáveis ​​já incluídas no documento.

The query in this document is empty. Check that the Result Objects pane on the query tab includes objects before running the query (ERR WIJ 30000).

Causa:

Se a consulta não contém quaisquer objetos, Web Intelligence não pode executar a consulta e recuperar dados do banco de dados.

Ação:

Edite a consulta e adicione os objetos apropriados no painel de consulta.

Existem ainda muitas outras mensagens de erros conhecidas, com o tempo iremos postar mais.

Espero que tenham gostado e até a próxima.

dez 17 2011

BW – Introdução ao BEx Query Designer

No artigo de hoje falaremos um pouco sobre o Query Designer, ferramenta muito útil para quem trabalha em um ambiente BW integrado com o SAP BO.  O objetivo desse artigo é dar um maior embasamento para o leitor com relação a alguns conceitos como Definir nossas próprias queries e modifica-las, quando necessário, executar relatórios para análise, selecionar Infoproviders, etc.

1 – Acessar o BEx Query Designer

Para acessarmos o Query Designer como um programa separado, basta seguir o seguinte caminho Iniciar → Programas→ Business Explorer → Query Designer .

Ao clicar em nova query aparecerá a seguinte tela mostrando os infoproviders disponíveis.

É importante para o leitor conhecer a barra de ferramentas do Query Designer e seus recursos disponíveis.

Outro aspecto muito importante com relação a essa ferramenta são os layouts e as visões da query disponíveis para o desenvolvedor que são as visões de filtro e visão de linha/coluna. Ambas são representadas nas figuras abaixo.

Visão Filtro

Visão Linha/Coluna

Nessas duas visões serão onde incluiremos todos os objetos que farão parte da nossa query, esses objetos se encontram do lado esquerdo das imagens exibidas. Cabe ressaltar que as dimensões, estruturas e índices estarão disponíveis para se usar em alguma consulta desde que esses objetos se encontrem no cubo que originou a consulta.

Em alguns casos acessamos o Query Designer para procurarmos uma determinada query para dar manutenção. A forma mais simples de encontrar essa query é usando o Open Query.

Ao construirmos determinadas queries teremos que lançar mão de alguns artifícios que a ferramenta nos disponibiliza, entre elas é a possibilidade de incluir filtros na minha query com regras de negócio já calculadas ou filtradas. Um bom exemplo é o mostrado logo abaixo:

Espero que tenham gostado pessoal, essa foi uma pequena introdução a essa poderosa ferramenta, ao longo dos próximos artigos falaremos mais sobre BW e outras ferramentas que hoje ocupam um grande espaço no mercado nacional e internacional.

Até a próxima.

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